Em um eu sinto o buscar-se;
noutro, nada além do ir-se.
Naquele, o multiplicar-se;
nesse, o afã de dividir-se.
Um inteira-se ao partir-se,
faz do fim o eternizar-se;
se um eu só é ao dar-se,
outro o é ao consumir-se.
Um é do outro o disfarce,
se o outro em um traduzir-se.
Antoniel Campos